A
investigação agrícola nos países ACP caracteriza-se
pela fraqueza das capacidades de comunicação e
de utilização dos seus resultados. Existem poucos
programas oficiais ou mesmo internos de formação
em redacção ou edição cientifica nos países ACP.
Os
investigadores da África lusófona são solicitados
para transferir a informação que produzem em esferas
diferentes das suas: decisores políticos, doadores,
profissionais do desenvolvimento, etc. Eles devem,
portanto, saber adaptar a sua mensagem em função
do público que visam, saber "traduzi-la" na linguagem
do seu interlocutor. Enfim, os investigadores
da África lusófona devem saber apresentar oralmente
os seus resultados de investigação aos seus parceiros.
O INIDA e o CTA propõem-se a trabalhar juntamente
através da formação em comunicação científica
e técnica dos investigadores da África lusófona.